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Uma senhora já idosa ouvia com muita atenção o sermão pregado com muito fervor por um dos anciãos de uma Igreja. Ele falava do mal que o pecado, desde o jogo até ao assassinio produziam na vida espiritual do homem e como se afastavam de Deus aqueles que os praticavam.
A senhora de tempos em tempos movia-se no banco e demonstrava toda sua aprovação: "Amém"... "Amém..."
Porém, quando o pregador incluiu na relação dos pecados o "fumo" e o "cinema", ela encolheu-se no banco, presa como um parafuso, e fechando o semblante concluiu: "Agora ele está a deixar a pregação de Deus de lado e está a ser intrometido e inoportuno!"
A ilustração serve para que reflictamos sobre a tendência de achar que pecado é apenas o erro dos outros. Em geral, o que mais reprovamos na vida de nossos amigos é exactamente aquilo que consideramos ser pecado e esquecemos que costumamos pecar, muitas vezes e o tipo de pecado que não o consideramos como tal mesmo pecado porque Deus não o aprova. Já pensaste alguma vez que certas atitudes e praticas que vives são pecado ou até aparência de pecado que desonra a Deus?
Mas, quando o Espírito do Senhor nos envolve, quando reconhecemos nossos pecados e fugimos deles ou da aparência do mal, passamos a viver abundantemente e podemos dizer que estamos na vontade de Deus.
“E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?" (Mateus 7:3)
Refrigério Edição n.º 118 - Setembro/Outubro 2007
Autoria: Anónimo
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