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18-Mai-2012
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UNIÃO: A NOSSA RESPONSABILIDADE

O Salmo 133 foi escrito por David a pensar na união do povo israelita. È claro que, na mente de Deus, essa união já era um facto, (Tal verdade poderá vislumbrada ao lermos o capítulo sete de Josué) mas era necessário tornar essa união visível.

No Novo Testamento a ideia de união continua a ser implementada sendo mesmo ampliada. Os que crêem são comparados, entre outras coisas, a um Corpo, um Edifício, Templo de Deus, um só pão e o bom cheiro de Cristo, numa clara referência ao óleo referido no Salmo 133. (comparar com Êxodo, 30:23-33)

Quer no A.T. quer no N.T. a ideia fica clara: Deus que ama a união do seu povo, é o criador da mesma (ela desce, não sobe), daí que seja uma perda de tempo a tentativa humana para criar uma pretensa união entre cristãos. Ela já existe entre os verdadeiros cristãos e estes são chamados a mantê-la.

É tão importante manter (ou preservar) a união que Paulo não hesita em dizer que temos de nos esforçar para que isso aconteça. (Ef.4:3) O apóstolo esclarece ainda qual o meio para atingir esse fim: “pelo vínculo da paz”, por outras palavras mantendo, custe o que custar, paz com todos os membros da igreja.

Pois, agora já compreendemos o porquê de termos de nos esforçar…

Muito importante é, também, considerarmos que estamos a falar, não de uma sugestão de Deus ou do Apóstolo Paulo, mas sim de uma ordem, de um mandamento.

E quem acha que este é um mandamento de Deus muito difícil de cumprir deve ler, com muita atenção, o que nos é dito em 1ª de João, 5:3. Boa leitura e melhor prática.

Autor: José Carlos Oliveira
Refrigério n.º 123

 
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